sábado, 4 de fevereiro de 2012
Reconhecimento (parte dois) Não cai do céu.
Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
sábado, 28 de janeiro de 2012
Contos de um palhaço Visível e uma trupe Invisível
Já teve o papel principal numa peça?
Um solo em um recital?
Todos olhando para você?
Esperando que você faça o que vieram pra ver?
Sentindo a pressão pra se apresentar...
Um solo em um recital?
Todos olhando para você?
Esperando que você faça o que vieram pra ver?
Sentindo a pressão pra se apresentar...
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| Engenho ANHUMAS Alagoas |
A produção de um video clipe também poderia ser chamado de teatro dependendo de seu diretor.
Muitas pessoas se preparam para o espetáculo.
Os cenários são arrumados...
Tem figurinos..
Máscaras...
Equipamentos...
Tudo precisa ser ensaiado.
Coreografado.
Muitas pessoas se preparam para o espetáculo.
Os cenários são arrumados...
Tem figurinos..
Máscaras...
Equipamentos...
Tudo precisa ser ensaiado.
Coreografado.
Tudo seguindo para o momento em que as cortinas sobem.
Sabe o que dizem sobre o Carnegie hall?
So existe um meio de chegar lá: PRATICA, PRÁTICA, PRÁTICA, até ficar perfeito.
Se a vida fosse um ensaio... E tivéssemos tempo para refazer.
Poderíamos experimentar até acertar.
Infelizmente, cada dia de nossa vida é o dia final.
Parece que mesmo quando podemos ensaiar e praticar...
Sabe o que dizem sobre o Carnegie hall?
So existe um meio de chegar lá: PRATICA, PRÁTICA, PRÁTICA, até ficar perfeito.
Se a vida fosse um ensaio... E tivéssemos tempo para refazer.
Poderíamos experimentar até acertar.
Infelizmente, cada dia de nossa vida é o dia final.
Parece que mesmo quando podemos ensaiar e praticar...
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Ainda não estamos preparados para os grandes momentos da vida.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Suddenly - De repente
Vítimas de um impacto repentino são umas das mais difíceis de tratar. Não é só a colisão que as fere. É o que acontece depois. A força centrípeta as mantêm em movimento. Jogando-as contra o veículo. Através do para-brisas. Batendo os órgãos dentro do esqueleto. Seus corpos são feridos várias vezes. Não há como saber o dano causado. Até cessar.
Não pode se preparar para um impacto repentino.Não pode se fortalecer.Só atinge você, do nada. E, de repente, a vida como a conhecia… Acaba. Para sempre.
Victims of a sudden impact are some of the hardest to treat. It’s not
just the collision that injures them. It’s everything after. The
centrifugal force keeps them moving, tossing them from vehicles,
throwing them through windshields, slamming their internal organs into
the skeleton. Their bodies are injured over and over again. So there’s
no way to know how much damage has actually been done. Until they stop.
You can’t prepare for a sudden impact. You can’t brace yourself. It
just hits you. Out of nowhere. And suddenly, the life you knew before is
over. Forever.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
CONSCIÊNCIA for starters
Recebi um Email de Brisa Selvagem e resolvi que este será o primeiro post de 2012
Beijos Brisa Selvagem!
O florista foi ao barbeiro para cortar seu
cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço
e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou
prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê
com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do
florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço
comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e
doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço
comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia
uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela
mesma razão."
(Eça de Queiróz)
sábado, 24 de dezembro de 2011
Shut Happens - Fechado para Balanço 2011
O blog vai entrar em recesso também!!!!!!!!!!!!
Mais de um ano na esteira elétrica no bom sentido eu vou me dar
férias ou recesso do blog. Diferente do ano passado que eu falei durante
todo o recesso até campanha por um Natal melhor eu fiz, esse ano não,
esse ano foi ótimo pra mim sem dúvida, muitas conquistas, o saldo é
positivo. Mas reconheço: estou cansado. Até mesmo de opinar... por isso e
pra não deixar o blog ficar chato ou ranzinza com o meu mau humor
rsrsrs eu dou férias pra ele e pra mim. Mas será até início de janeiro.
Do ano que vem claro. Enquanto isso eu deixo um grande abraço a todos os
seguidores do blog, um forte agradecimento a cada um que comentou,
postou e gostou do blog. O ano que vem prometo melhorar mais ou
modernizar mais as notícias. Eu estou feliz com o quem segue meu blog. Mas
agradeço você pelo carinho ou raiva em ler minhas postagens. A você que
comemora o Natal Cristão, deixo um feliz natal, a você que é ateu, que
tenha muito mais saúde do que já tem. Aos meus irmãos que enfrentam a
sindrome do pânico muita força e coragem. Feliz ano novo pra todos
vocês. Que 2012 seja mais que o fim do mundo, seja o início de outro
mundo. Não acreditem em profecias a não ser que você queira que elas
aconteçam. Me despeço de 2011 aqui no blog com ela, claro, a rainha que
voltará com tudo no ano que vem, agora um trecho de Holiday,
auauuuauauaua, beijão, abraço... bom recesso...
Feriado, comemore
Feriado, comemore
Se nós tirássemos uma folga
Tirássemos um dia para comemorar
Só um dia da vida
Seria tão, seria tão legal
Todo mundo espalhando a notícia
Nós vamos fazer uma comemoração
Pelo mundo inteiro
Em todas as nações
É hora dos bons momentos
Esqueça os maus momentos oh yeah
Um dia para nos unirmos
Para aliviar a pressão
Nós precisamos de uma folga
Trechos de Holiday - Madonna
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| Até Janeiro de 2012 |
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
NÃO VOU LHE DESEJAR UM FELIZ ANO NOVO.
| Não vou desejar que nesse ano encontre paz e felicidade
permanentes. Não vou desejar que supere todas as suas metas e vença
todos os desafios, encontre alegria no amor, fique rico e seja sempre a
pessoa mais
linda e simpática do planeta (mas vou desejar saúde. Porque com saúde não se brinca). |
| Não vou desejar que 2012 seja o melhor ano de todos os anos de sua vida.365 dias é muito pouco para todas as conquistas, todos os desafios e tudo o mais que deseja fazer, ser e ter. |
| Esse ano, quero desejar outra coisa.Desejo que se lembre de todas as conquistas que teve. Que olhe para trás e veja tudo o que foi aprendido, se lembre de todas as pessoas que apoiaram e quem você foi em todas essas situações.Que determine a vida que quer levar. De repente não é a que está levando agora, a que seus pais querem que leve. Ou seu amor. Ou seus amigos. Ou sua comunidade. Pare e pense na vida que você quer ter. |
| Escolha as pessoas que lhe acompanharão.
Aquelas que agregam, que lhe dão apoio em todos os momentos. Escolha as
que quer ao seu lado e querem estar ao seu lado.Descubra o que lhe dá prazer e trabalhe para que seja constante em seu dia-a-dia. Faça o que você ama e ame o que faz. |
| Reconheça as características pessoais que não gosta
e aprenda a mudá-las (ou aceitá-las). Você pode ser uma pessoa melhor todos os dias. Por que quem
você quer ser já está dentro de
você. Então, procure. Insista e não desista. |
Sim, um ano inteiro é muito pouco para tantos desejos.Então,
vamos lá. Procure dentro de você a força que precisa. Suspire fundo.
Comece. Agora.
Sua vida está esperando.
Sua vida está esperando.
Feliz vida para você.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Perdão? Perdão! Perdão...um conto budista.
Dois
monges cuidavam do jardim do templo. Um deles estava podando o roseiral
quando, num momento de descuido, os espinhos rasgaram a manga de seu
hábito e feriram seu braço, fazendo-o sentir muita dor. O monge, então,
olhou para o roseiral e disse:
- Eu te perdôo.
Algum tempo depois, o segundo monge também se aproximou do roseiral e feriu o braço, o que o levou a sentir muita dor. Olhando para as rosas, ele disse:
- Não há nada a perdoar.
Ao voltarem para o templo, os dois monges perceberam que ambos tinham ferimentos semelhantes. Ao conversarem sobre o que havia acontecido, um começou a questionar a atitude do outro. Como não conseguiram chegar a uma conclusão sobre qual deles tinha agido da maneira certa, decidiram contar o episódio ao abade do templo e pedir sua opinião.
- Você foi arrogante, disse o abade ao primeiro monge. - E você agiu certo, disse ele ao segundo monge.
O primeiro monge ficou surpreso e questionou o abade.
- Como assim? Então não devemos perdoar sempre? Por que eu errei ao perdoar o roseiral que me feriu?
O abade respondeu:
- Devemos perdoar sempre, desde que exista algo para perdoar. O roseiral é um ser inanimado, que não se move por vontade própria. Ele não feriu você deliberadamente, nem poderia. Você é que se descuidou e se feriu no roseiral. Ao dizer que o perdoava, você atribuiu a ele uma culpa que ele não tem. Com isso, você ignorou sua responsabilidade como ser consciente que é e ainda usou o perdão como demonstração de superioridade. Isso é arrogância.
Talvez nossos conflitos acerca do perdão pudessem ser resolvidos mais facilmente se, antes de debatermos se devemos ou não perdoar, refletíssemos, em primeiro lugar, se realmente existe algo a ser perdoado.
- Eu te perdôo.
Algum tempo depois, o segundo monge também se aproximou do roseiral e feriu o braço, o que o levou a sentir muita dor. Olhando para as rosas, ele disse:
- Não há nada a perdoar.
Ao voltarem para o templo, os dois monges perceberam que ambos tinham ferimentos semelhantes. Ao conversarem sobre o que havia acontecido, um começou a questionar a atitude do outro. Como não conseguiram chegar a uma conclusão sobre qual deles tinha agido da maneira certa, decidiram contar o episódio ao abade do templo e pedir sua opinião.
- Você foi arrogante, disse o abade ao primeiro monge. - E você agiu certo, disse ele ao segundo monge.
O primeiro monge ficou surpreso e questionou o abade.
- Como assim? Então não devemos perdoar sempre? Por que eu errei ao perdoar o roseiral que me feriu?
O abade respondeu:
- Devemos perdoar sempre, desde que exista algo para perdoar. O roseiral é um ser inanimado, que não se move por vontade própria. Ele não feriu você deliberadamente, nem poderia. Você é que se descuidou e se feriu no roseiral. Ao dizer que o perdoava, você atribuiu a ele uma culpa que ele não tem. Com isso, você ignorou sua responsabilidade como ser consciente que é e ainda usou o perdão como demonstração de superioridade. Isso é arrogância.
Talvez nossos conflitos acerca do perdão pudessem ser resolvidos mais facilmente se, antes de debatermos se devemos ou não perdoar, refletíssemos, em primeiro lugar, se realmente existe algo a ser perdoado.
E você, já refletiu sobre isso e analisou quantas vezes agiu como o primeiro monge com arrogância e considerando estar certo?
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| Precisando ME Perdoar. |
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